No dia 8 de março comemora-se o dia internacional da mulher e a Junta de Freguesia de Arraiolos apresenta uma instalação urbana que simboliza as prisões invisíveis que limitam a vida das mulheres intitulada - Liberdade feminina não é um privilégio, é um direito.
Esta instalação representa as prisões invisíveis que limitam a vida das mulheres: o medo, a culpa, a violência, a dependência económica, as normas sociais, a religião imposta, os papéis de género, o silêncio, o controlo, a vergonha, o julgamento, a cultura, a tradição, o abuso, a invisibilização.
A gaiola simboliza tudo o que não se vê:
• expectativas;
• opressões normalizadas;
• condicionamentos históricos;
• limites impostos como “naturais”.
Os objectos dentro da gaiola representam libertação simbólica individual, mostrando que cada mulher tem direito à sua própria forma de liberdade.
As grades não são feitas de ferro.
São feitas de medo, silêncio, violência, dependência, culpa e controlo.
Cada chave representa autonomia.
Cada frase, consciência.
Porque nem todas as prisões têm grades.
E nem todas as mulheres estão livres.
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Esta instalação representa as prisões invisíveis que limitam a vida das mulheres: o medo, a culpa, a violência, a dependência económica, as normas sociais, a religião imposta, os papéis de género, o silêncio, o controlo, a vergonha, o julgamento, a cultura, a tradição, o abuso, a invisibilização.
A gaiola simboliza tudo o que não se vê:
• expectativas;
• opressões normalizadas;
• condicionamentos históricos;
• limites impostos como “naturais”.
Os objectos dentro da gaiola representam libertação simbólica individual, mostrando que cada mulher tem direito à sua própria forma de liberdade.
As grades não são feitas de ferro.
São feitas de medo, silêncio, violência, dependência, culpa e controlo.
Cada chave representa autonomia.
Cada frase, consciência.
Porque nem todas as prisões têm grades.
E nem todas as mulheres estão livres.